sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Como encontra sua Intuição

Falar em intu~ição é facil,dificio é saber distingui-la de um mero pensamento. Teoricamente, todos os seres humanos são intuitivos, pois a intuição é nossa própria voz que chega direto à nossa mente e coração, sem influências e más interpretações. Ela não tem, na verdade, nada de místico.Ela é real e faz parte de nossas vidas desde sempre.
O que acontece é que vivemos numa sociedade na qual o silêncio é pouco aproveitado e valorizado. Se estamos sozinhos, nos fazemos companhia criando um diálogo sem fim dentro da mente, como se fôssemos pessoas tagarelas, pulando de um assunto a outro, sem muita conexão, apenas para preencher o vazio.


Conexão consigo mesmo


E, quando estamos com alguém, pensamos ser estranho ficarmos em silêncio, pois a sociedade impõe "fazermos sala", darmos atenção, etc. Então, o que realmente preenche nossas vidas são uma série de pensamentos artificiais de coisas que precisamos fazer, de situações que já se foram, de preocupações, ansiedades, justificativas internas e um monte também de besteiras com quais não precisaríamos perder nosso tempo.

Mesmo assim, de vez em quando somos brindados com um momento de grande lucidez e calma, no qual temos certeza do que precisamos fazer. Quando isso se dá, sabemos que estamos experimentando intuição. Porém, como se pensa que é algo do qual não temos controle, acreditamos que é um momento especial que somente poucas pessoas podem vivenciar e continuamos presos em nossas rotinas de dúvidas.

Por isso, aqui vão algumas dicas de como acessar a intuição todos os dias, melhorando sua qualidade de vida:


  • Cultive o silêncio, mesmo quando estiver sozinho. Você não precisa pensar o tempo todo para ser eficiente;
  • Pensar é diferente de ter pensamentos. Isso significa que é melhor ter qualidade do que quantidade. Se você já decidiu algo, ficar pensando e repensando se é mesmo o que devia ter feito, só irá lhe deixá-lo mais inseguro e desgastado;
  • Foque mais no presente. Lembrar do passado e projetar o futuro também gasta energia e tempo precioso. Além disso, lhe impedem de prestar atenção ao que realmente é importante no seu dia-a-dia;
  • Todos os dias reserve um momento para entrar em conexão consigo mesmo. Tente perceber o que realmente está sentindo e quais são os pensamentos mais frequentes. Pode ser que você esteja se enganando ou não se permitindo realizar algo e, isso só é possível de perceber quando nos aquietamos;
  • Não duvide de si mesmo. Se você sentir que deve fazer algo, faça. Não se ridicularize ou se deixe vencer pelo raciocínio. Muitas vezes a intuição nos leva por caminhos improváveis que são exatamente aquilo que precisamos para sermos felizes.

A importacia da Intuição

Não é fácil conceituar a intuição. Se perscrutarmos os dicionários, encontraremos algo do tipo: a intuição é o ato de ver, perceber, discernir, pressentir 3. Fica-nos, então, aquela impressão de que a intuição é o ato de ver algum objeto ou fenômeno de maneira diferente daquela normalmente vista pela maioria das pessoas que olham para esse objeto ou fenômeno. Por exemplo: bilhões de pessoas, no decorrer de milhares de anos, já devem ter se deparado com um cenário, ao cair da tarde, onde, por trás de uma macieira repleta de frutos suspensos por pedúnculos, visualiza-se a Lua, fixa no firmamento. Quantos viram algo além de maçãs e da Lua? Pois é bem possível que num cenário como este e em seu sítio, em Woolsthorpe, o jovem Isaac Newton, com apenas 24 anos de idade, tenha visualizado, além de maçãs e da Lua, a inércia retilínea e a atração entre corpos com massa. Entre a visão normal, ou o ato puro e simples de olhar, e a visão sofisticada, qual seja, o ato de ver, de perceber, de discernir, de pressentir, reside o segredo da intuição, também descrita como a contemplação pela qual se atinge a verdade por meio não racional 3. Vamos, então, trabalhar um pouco mais este conceito no sentido de esclarecer o que aqui entendemos por verdade e por que o processo intuitivo seria não racional.
O cientista é, diferentemente dos outros, um homem que procura pela verdade e que, portanto, assume a existência dessa verdade. Nessa procura, admite como certo o que poderíamos chamar de verdade provisória. Digamos, então, que esta última seja o que consideramos como verdade científica, e o que a distingue das demais verdades provisórias, encontradas pelos que não são cientistas, seria o seu acoplamento ao método científico ou à experimentação. Para resumir, poderíamos dizer que a verdade científica é uma verdade provisória tomada por empréstimo da natureza e da forma como ela aparenta ser 4. As hipóteses e conjecturas científicas assumem, com freqüência, esse papel de verdades científicas. Digamos, então, que o primeiro passo, mas não o único e/ou o derradeiro, para chegarmos às verdades científicas seria a contemplação da natureza.
A não racionalidade, atribuída à intuição, retrata o seu caráter essencial, mas não engloba, propriamente, todo o processo intuitivo. Digamos que se refere ao insight ou estalo ou, ainda, à percepção de alguma coisa estranha, não notada nas outras vezes em que se observou o mesmo objeto ou fenômeno. É óbvio que esta percepção, ao ser trabalhada racionalmente, poderá vir a se constituir numa conjectura ou hipótese. No entanto, mesmo antes de formularmos uma conjectura ou hipótese, já estamos frente a algo a que podemos associar o conceito de verdade provisória. Existe um conceito popular a dizer: Gato escaldado tem medo de água fria. Seria isto equivalente a admitir que o gato raciocina? Seria isto coerente com a afirmação de que o gato formula hipóteses (a água queima) e as generaliza (as próximas águas queimarão)? Provavelmente não! Podemos, pelo exemplo, simplesmente inferir que o gato está dotado de uma intuição primitiva e da capacidade de memorizar fatos e, em conseqüência disso, em condições de aprender por um meio não racional.
Se a ciência experimental começa pela intuição, poderíamos concluir que o intuitivismo é a base fundamental de todos os conhecimentos humanos oriundos das ciências empíricas. É importante não confundir intuitivismo com intuicionismo. Este último relaciona-se à doutrina que faz da intuição o instrumento próprio do conhecimento da verdade: ver para crer. Mesmo porque o cientista parte da contemplação do que realmente existe, e interpreta esta verdade seguindo um raciocínio lógico aprisionado ao método científico. O cientista, então, parte da verdade (intuitivismo) e procura por novas verdades científicas por meio da construção e da corroboração de teorias. Afirmar que a ciência começa pela intuição é, portanto, bem diferente de dizer que a ciência começa pela observação. Críticas a este segundo posicionamento podem ser encontradas no livro de Chalmers 5 e o contraste entre as duas posições está relatado no artigo, já citado, que escrevi sobre o método científico 4.
É comum contemplarmos a natureza por vias indiretas. Newton, por exemplo, conhecedor da inércia circular de Galileu, viu a Lua em movimento e deve ter associado este movimento à desnecessidade de um pedúnculo para que a Lua permanecesse a uma distância fixa da Terra, o que não acontecia com as maçãs. Ou seja, Newton contemplou a natureza com conhecimentos adquiridos em seus estudos, o que é diferente de observar um fenômeno sem conhecimento algum.
Einstein, por outro lado, contemplou a natureza utilizando-se unicamente da imaginação e de seus conhecimentos prévios, deixando a observação momentaneamente de lado. Seus conhecimentos sobre eletromagnetismo, aos quinze anos de idade, relacionavam-se a brincadeiras com uma bússola ganha na infância e ao que pôde aprender no segundo grau a respeito do eletromagnetismo vigente na época. Certamente ouviu falar sobre a experiência de Oersted, em que a bússola sofre uma deflexão ao ser colocada nas vizinhanças de um fio conduzindo uma corrente elétrica. A teoria de Maxwell explicava o fenômeno afirmando que o campo elétrico gerado por cargas em movimento (corrente elétrica) manifestar-se-ia em objetos em repouso (no caso, a bússola) como um campo magnético; daí a deflexão sofrida pela bússola. De alguma maneira, parte do campo elétrico transformava-se em magnético em virtude do movimento. Por um mecanismo do mesmo tipo, pelo menos em sua origem, a teoria de Maxwell explicava também o caráter eletromagnético da luz: campos elétricos e magnéticos iriam se alternando à medida que a luz se propagasse. Em essência, foram essas as referências utilizadas pelo jovem Einstein para construir o cenário onde visualizou o nascimento de sua teoria da relatividade. Ele simplesmente imaginou estar lado a lado com uma onda eletromagnética. E percebeu que, a ser verdadeira a teoria de Maxwell, neste cenário construído os campos elétrico e magnético estariam em repouso. Como explicar, neste repouso, a alternância entre os campos elétrico e magnético? Como explicar a coerência da teoria de Maxwell frente ao que lhe pareceu ser um absurdo? A saída encontrada foi conjeturar sobre a impossibilidade em se acompanhar uma onda eletromagnética. Daí, para afirmar que a constante c, inerente às equações do eletromagnetismo, é universal e independente do referencial utilizado, ele se valeu de um trabalho de refinamento de sua conclusão primeira, o que foi possível graças a seus conhecimentos sobre a teoria de Maxwell bem como à sua tentativa de compatibilizá-la com a relatividade de Galileu; este trabalho foi concluído por Einstein aos 25 anos de idade e publicado sob o título de Sobre a eletrodinâmica dos corpos em movimento.

Aprenda a usar a sua Intuição

Muitas pessoas pensam que intuição é um dom , ou nascemos com ela, ou nascemos sem. Outras pensam que é algo místico, que pode ser atingido somente através de horas de meditação, quando o universo se manifesta e de alguma forma revela seus segredos...

Mas - isso já aconteceu com você - as pessoas fazem escolhas, tomam decisões que, simplesmente, não conseguem explicar. Você sabe como é. Por que resolveu pegar aquele caminho para o escritório ao invés do trajeto que sempre faz? Por que este candidato ao invés daquele, se os dois tinham a mesma formação? Pois isto é a intuição em ação.

É comum as pessoas tentarem explicar este tipo de decisão como um gosto ou um capricho. Na realidade, grande parte dos pensamentos que cruzam nossa mente, com tanta rapidez que mal notamos, é intuição. Vale notar que nossa intuição funciona para todo tipo de coisa desde as cotidianas e não importantes, até para você encontrar sua alma gêmea ou ganhar na loteria.

Intuição é um caminho para o saber, igual a qualquer outra fonte de informação como ver, ouvir, ler, etc. E como nestas outras fontes você pode treinar-se para usar sua intuição, da mesma forma que um músico educa sua audição e passa a distinguir tons de semitons e, com sua intuição educada, então, poderá decidir mais rápido e com menos esforço.

Assim como o músico ao iniciar o aprendizado confunde as notas de uma pauta, você deve estar atento para o fato de que você pode ter interpretado mal a mensagem que sua intuição lhe passou, assim é útil testá-la no mundo real.

Aqui vão algumas práticas, que podem ajudá-lo no processo, de treinamento de sua intuição.

  1. Abra-se para as novidades. Assim, sua intuição poderá se infiltrar na sua consciência ao invés de ser filtrada pela sua consciência.
  2. Respeite suas próprias emoções, sensações, sentimentos, pensamentos, pois quanto maior contato você tiver com o que você sente, mais fácil fica ouvir sua intuição.
  3. Respeite a intuição dos outros. Isto não quer dizer que você deve aceitar tudo que os outros dizem, mas sim entender que nem tudo pode ser explicado.
  4. Desista da vaidade e do medo de errar. Lembre-se erros não destruem uma carreira, a vaidade sim. A vaidade é o "liqüidificador" de intuição.
  5. Lembre-se que a intuição está sempre correta, mas fique alerta para a interpretação que você pode estar somando a ela, você pode estar interpretando mal.
  6. Entenda que a sua intuição chega a você passando por uma série de filtros (pressupostos culturais, preconceitos, falsas premissas) e que por isso alguns pensamentos intuitivos passam um mal pedaço para chegar até você ... e nem sempre chegam inteiros.
  7. Teste sua intuição, comece a atuar de acordo com ela e busque descobrir o que está aprendendo.
  8. Pratique ouvir e confiar na sua intuição, para pequenas e grandes decisões. Afinal, quando chega o momento, você nunca terá todos os elementos para poder decidir racionalmente, mesmo...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Encontre sua Intuição e Conquiste o Sucesso

Quem sabe distinguir a intuição de um simples pensamento? Como já vimos durante a semana, a intuição é a própria voz do ser humano, que vai direto à mente sem sofrer influências ou interpretações erradas; portanto, todos temos um lado intuitivo, não ligado ao misticismo, mas à própria natureza. Você sabe entrar em contato consigo mesmo?
Sempre que estamos acompanhados por alguém, nos sentimos incomodados com o silêncio, porque faz parte da nossa cultura sempre conversar e dar atenção a quem nos acompanha. Quando estamos sozinhos é mais fácil, basta o silêncio e o repouso para criar um diálogo sem fim dentro da mente, sem pauta definida ou conexão, apenas mudando de um assunto para o outro para preencher o vazio (o que revela que não conseguimos ficar em silêncio nem com nós mesmos). Mas quem disse que gostamos do ócio? Estamos sempre criando compromissos e inventando coisas para fazer a todo momento. Só paramos mesmo para dormir.
Todas essas preocupações, ansiedades e justificativas que ficam rondando nossa mente são pensamentos. Agora, sabemos que estamos experimentando a intuição quando nos encontramos em um momento de tranquilidade e grande lucidez, que nos faz ter certeza do que fazer e quais decisões tomar. A grande questão é que não temos controle sobre esses momentos e não confiamos neles, porque acreditamos que a intuição é um dom para pessoas especiais, assim continuamos presos em nossas dúvidas.
Entretanto, com algumas pequenas ações, é possível entrar em contato com sua intuição diariamente, para ganhar autoconfiança e melhorar a qualidade de vida:
  • Tente controlar seus pensamentos e pratique o silêncio, mergulhe no seu interior e descubra se você está se enganando ou se permitindo realizar algo;
  • Não duvide de suas escolhas, quando tomar uma decisão não fique repensando tudo, se escolheu ou não o caminho certo, isso só provoca desgaste e insegurança;
  • Evite exagerar nas reflexões sobre seu passado ou futuro, foque no presente e dê valor ao que é realmente importante no momento;
  • A intuição geralmente nos leva a caminhos improváveis, você precisa ter autoconfiança e ouvir seus sentimentos, às vezes eles estão tentando lhe dizer algo que seu raciocínio esconde.

Despertando o Sexto Sentido

Desde sempre o ser humano questiona sua capacidade de decidir baseado em fatos não explícitos. Mas a grande pergunta é: "Será que existe algo de místico ou sobrenatural na capacidade humana de intuir ou trata-se de um fenômeno que a ciência aceita e explica?"
A palavra intuição deriva do latim intueri, que significa"ver por dentro", "perceber o que está oculto para os outros". Estamos falando de uma capacidade humana de sentir, ou, em outras palavras, de um "sentido". Sentidos são atributos da natureza que permitem conectar o ser humano ao mundo que o rodeia.
Os cinco sentidos clássicos são: a visão, a audição, o olfato, o paladar e o tato. São eles que permitem nossa percepção dos detalhes do mundo e nossa conseqüente interação com ele. Vivemos tão melhor quanto melhor percebemos o que nos rodeia. A intuição seria, então, mais um sentido colocado à nossa disposição, pois sua finalidade é exatamente a mesma dos demais: melhorar nossa relação com o mundo e facilitar nossa vida.
A dificuldade que temos de entender a intuição como um sexto sentido é o fato de que ela não apresenta um órgão específico. Para os demais temos os olhos, os ouvidos, o nariz, a boca e a própria pele. Já a intuição não tem um órgão "periférico", ela usa diretamente a central de processamento, ou seja, o cérebro.
A maior parte das informações que temos hoje sobre o cérebro foram descobertas nos últimos 20 anos. A neurociência é um dos capítulos da biologia humana que mais avançam na atualidade e, a respeito da intuição, nos diz algumas coisas. Por exemplo, para que a intuição ocorra, pelo menos duas condições são necessárias: a existência de um registro inconsciente derivado de uma experiência anterior e uma freqüência cerebral baixa, ou seja, um cérebro relaxado.
Olhar para dentro

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Oque é Intuição?

                                                         
ma forma para expressar o que é a intuição, é que a intuição pode ser vista como uma Linguagem.
Em meio às formas alcançadas para entender a intuição, um enfoque bastante influente é este: a intuição como uma forma de linguagem. Pode-se dizer que a intuição usa a linguagem do coração, enquanto a razão podes ser considerada a que usa a linguagem do intelecto.
Definir é algo que não cabe quando nos referimos à intuição. Definir, de algum modo significa dar fins, colocar limites a algo a ser explicado. Portanto, aqui não não encerraremos o conceito de intuição numa moldura e nem entraremos no terreno arenoso de querer “definir” intuição.
A intuição pode ser vista como uma capacidade nata do ser humano. Esta capacidade pode se traduzir como uma função, uma propriedade, uma forma de inteligência, uma ferramenta ou um talento que podem ser desenvolvidos com a prática. A intuição pode ser entendida como uma forma de inteligência natural à disposição do ser humano, assim como a razão – mas diferente desta, a inteligência intuitiva não faz uso do raciocínio.
Uma das formas alcançadas para entender e explicar a intuição que caracteriza um enfoque bastante influente é este: a intuição como uma linguagem. Uma linguagem que pode ser apreendida e aprimorada; quanto mais praticada for mais natural será seu uso.
Ao observarmos os atributos relativos à intuição vemos que eles também têm seu referencial em relação à razão.
A razão pode ser entendida como um instrumento que faz uso de uma linguagem, estruturada, lógica, com formas e padrões que expressam a mente racional.
A intuição faz uso de uma forma de linguagem bem distinta da razão. Ela foge aos padrões convencionais, lógicos e estruturados. O que caracteriza a intuição é a sua relação íntima com a sensibilidade, percepção, ritmo e com a sintonia.
A intuição é uma ferramenta poderosa que nos possibilita amplificar nossa capacidade de escolha.
Essa forma de inteligência – intuitiva, capacita a pessoa a acessar fontes distintas dasfontes acessadas pela razão.
  1. Podemos dizer que a razão nos possibilita acessar um campo X. Ao fazer uso da intuição podemos continuar a usar a razão acessando o campo X, mas podemos ampliar este acesso a campos Y e Z fazendo uso da capacidade intuitiva.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Nada alem da intuição... É um blogger que criei pra vc intender mais como podemos fazer para seguir a nossa intuição. E eu vou sempre estar respondendo todas a aperguntas de voces.
 E é isso espero que gostem do blogger e qualquer coisa é só perguntar que eu respondo. E sempre siga a sua intuição.